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** Rabo de Arraia Mocó **
 

BORDADOS DE IBITINGA

 

http://www.trensurb.com.br/php/social/agasalho.php

 

http://www.pclq.usp.br/agasalho2005.htm

 

http://www.primeiradama.rs.gov.br/index.php?inc=inst&iframe=iframe_noticia1&cod=225

 

http://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/

 



Escrito por Júlio Zefa Amaral às 01h29
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OU MALHA CONTRA MALHA: NOSSO MELHOR AGASALHO

 

http://www.alcan.com.br/Brazil/alcan/Corporate/SiteBrasil.nsf/wInstitucional?openform&sitealcanbrasil&institucional&CampanhaAgasalho

 

http://oglobo.globo.com/online/rio/plantao/2006/05/17/247209441.asp

 

http://www.bonde.com.br/bondenews/bondenewsd.php?id=389LINKCHMdt=20060520

 

http://www.ipcc.org.br/CampanhaDoAgasalho/agasalho.html

 

http://www.guiadaluz.org.br/agasalho.htm



Escrito por Júlio Zefa Amaral às 01h28
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(MEU NOVO BLOGUE NÃO LEGAL {CONVIDADO}):

http://www.alberguenoturno.blogspot.com/

 (Pra falá só de mim, é scuro). . . 



Escrito por Júlio Zefa Amaral às 01h19
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Monístico de OXALÁ

Bundinhas Negras.

 



Escrito por Júlio Zefa Amaral às 02h46
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“As causas finais são virgens destinadas a deu$, não dão a luz a ninguém”.

 

$Fançois Bacon @1561/1626@$.

 

“Sou mau diagramado e não estou na moda”.

 

%Júlio Zefa Amaral)1979/?(%.



Escrito por Júlio Zefa Amaral às 02h45
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A ORIGEM DA COMÉDIA

Nasci em 07 do 06 de 1979. britanicamente as 11: oo da manhãna. na certidão está que sou natural de Bezerros (PE), mas
não é verdade, papo de multa dizem meus pais. Sou de Diadema (SP). Minha alma: é indígena, africana, grega, pernambucana, sul-mato-grossense e paulistana-periférica; (daí as farsas plebéias). O caso é que não me satisfaço mais com meu último nome. Até o momento: achava suficiente Júlio Amaral Melo, já tava legal (mas agora acho polimafioso em demasia), ab populis guelando: pensei em Candorsé Júlio Zefa, em Júlio Melo Amaral... Júlio Zefa Candorsé... Candorsé Zefa Júlio... mas jamais em meu nome “civil”. A escolha agora é pra vida toda. Como foi pra vida toda que um escrivão letrado de Dourados escreveu na certidão of patéras mu: “Candorsé” quando minha biza de ascendência gaulesa-celta tinha mandado minha vó franco-lusa que chapou de vinho até 91 anos dizer ao maternal scriba: “Condorcet”. Se não for incomodar a vcs: quero carregar a sulmatogrossidade e a pernambucanidade de meus pais: pelo resto de minha vida e é preciso que além de ser dum jeito q eu goste: eles ainda estejam vivinhos lendo estes chistes ilógicos. A escolha foi: Júlio Zefa Amaral, não ficou supimpa? JÚLIO ZEFA AMARAL; num é pampa, Dna Zefa?... Foda, hein, Seu Amaral?... Posso finalmente voltar (se quase nada ir pras cucuias) a escrever para teatro! De lambuja, começo hoje a escrever um haicai sinfônico grátis que vai rolar in questo mocó cosí q o J. Zefa vortá, talvez depois das malhas. Daqui milênios então a gente conversa; acima: Baconzitos, prometo voltar com baratinhos mais interessantes e menos pobretões; abraços de vosso renovado Júlio Zefa Amaral.



Escrito por Júlio Zefa Amaral às 02h41
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NAZARENO


a arrudA


Ah humoR
do dia:
"Delícia eu
Que acaba"

lá vem a fome
do imundo:
"passa na página!
passa na página!"

Ridículo o
Mundo-fome
(Saber sem

no livro braço) 
fome xoxota
Meio Jesus




Escrito por Júlio Amaral Melo às 03h14
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IOCRIDADE INEXPLICÁVEL (BEBUM)

a cearÁ


Marcamos
encontro
Os pais de nossos amigos vêm buscar a gente com atraso
Na frente do breu e da podridão que vigia
Antes deles pegarem a gente a gente
Toma banho põe capa-preta e fica cheirosa
A gente olha pras bundas da festa
A gente olha pras famílias da festa
Pros alfinetes e bonés dos punks
Crianças das asas são o cheiro de churrasco e das rodas de papo
A gente sai pra fumar um
A gente pensa em alguém pegar na mão da gente
A gente vê garotas lindas com completos imbecis pq eles foram os primeiros gostosos
As pessoas tiram o barato da gente
Quando vêem a gente vendo a aurora noturna e as asas dela
A gente chapa tanto que joga bola pelado na chuva da quadra
A gente olha pra cada mulher
A gente guarda o desamparo debaixo do sovaco
E esconde a tristeza fechando os olhos
A gente pensa em alguém pegar na mão da gente
A gente vai a pé, juntos e chacotamos um ao outro
No breu até a garagem de porteirinha branca
Sujo de chantili a gente lembra no banheiro a fadiga recente das mesas
A gente toma pinga
A gente desvia de quem não quer ver até ela ir embora
Amigos pegam na mão da gente
Uma delícia vem se desculpar com a gente de não ter pegado
Na mão da gente e continua sem pegar na mão da gente
A gente canta canções
A gente zipa o violão e vê a tristeza inexplicável do dono do violão
A gente guarda a timba
A gente se despede com beijinhos das amigas que não pegam na mão da gente
A gente mija longe da árvore e chacoalha longe
A gente volta de ônibus e vê o sol tinindo no carro do trânsito e as vidraças
A gente desce na padaria
A gente tenta comer a pizza e não consegue
A gente deixa a coca pela metade
A gente toma um taff-man-E
Caminhando bêbado no mato
A gente procura a ponta e acha
A gente esconde o sonho de valsa no bolso
A gente tropeça na vala do esgoto
Borboletas cruzam as nossas vistas
e Unos Mile passam a esquerda de nós no momento que as folhas sobem
o asfalto girando em grupo
(E gente acha a amargura e a chave da porta de casa)
O cachorro lambe a baba da gente
A gente joga o arroz que pula pras galinhas se aglomerando frenéticas
E se senta numa névoa, (sem ninguém pra pegar na mão da gente)
A gente liga o motor da bomba d´água, poço, poça
Se achando medíocre a gente



Escrito por Júlio Amaral Melo às 03h13
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Segue a última rota dos pássaros alegres com o olhar mais triste
E é aí, nesse vazio
de firmamento e tragédia, (enquanto
o vento gela e doura nossas orelhas ébrias e experimentais), que a gente engole a solidão já sem pranto nem espanto
a Gente se sente só
o velho coração se convulsa dum momento de delírio virgem
a gente gagueja
a maquina de cortar grama apara lembranças no peito

o peito do desamparo é preciso q ñ se entenda, tudo, nunca s/ mãos pra ñ pegar na mão da gente, esticam os braços e os dedos trêmulos da gente abraçam os azulejos da baba, baby baba, leda a gente desamparo e cachaça, bonitinhos, punhais, botinas, ca-

misa encharcada 

tudo, mas desamparo
bem só a gente se sente
a gente sozinha
muito Sozinha





@A densidão de cada momento pode gerar lágrimas nos tênis do pênis de Denis, em mentira vos digo.
Já somos tão não in-gênios que modestos: duvidamos de sermos
tão não in-gênios. E falamos pelo inimigo, para ele não falar.
Tenho me emocionado demais, deve ser daqueles baratinhos interiores
Que liquidificaodorizam as coisas vitais, a imagem do exu pimenta isolando mandingas
no centro da janela de velhos azuis aberta, haxixe não nefando dos diamantes haxixados no céu negro, enfim... como vcs já devem ter percebido, hoje:
é o dia da lógica e da concisão, (brigadeirinha)... Acima: 9 poemetos não meus a não amigos não meus, {só pruceis nun alembrá}: detesto-vos como os machados e as foices amam pernas!; amín, amín
@.



Escrito por Júlio Amaral Melo às 03h11
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