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DIVINDADE
Sol, ventre, sombra
do mano na porta; mel
melhor: xoxota.
Escrito por Júlio Amaral Melo às 15h34
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DEUS FOI
compareci por-
que deus me falou que
vinha, (não o vi).
Escrito por Júlio Amaral Melo às 15h18
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Salieri
no brilho da lâmina
só o corte do olhar
Escrito por Júlio Amaral Melo às 16h32
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acima: um caleidoscópio sígnico de comunicação quase que pugilista de tão pluma. (autoria de Linaldo Guedes).
Ah: há, no museu da língua, se quer pitadas paraibescas e pernambucais de Guedes e Coivara??
Escrito por Júlio Amaral Melo às 16h32
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de como as MANHÃS eram EMPANZINADAS
erva cidreira, manjericão, casca de aroeira, hortelã moído no bagaço da catingueira . com o chá dessas ervas de santificada composição, dona Senhora redimia a fraqueza de minhas pernas. expulsava o fastio, a gastura ( tudo preparado naquele pilão de árvore cicatrizada) depois de curado caia na buraqueira (também se dizia: no oco do mundo). sempre ao lado de mané mago, seu irmão zé claudio, ciço de dona rita, meiota, raimundo ivan. o dia nos pertencia naquelas manhãs empanzinadas de fertilidade. caçar preá de baladeira seguindo o atalho dos calangos. pegar pitú no rio salgado pra misturar ao baião de dois. a água era tão limpa que deixava a imensidão do céu pousar em suas areias
Escrito por Júlio Amaral Melo às 16h10
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Esse mocó tá ficano da hora... acima: uma das obras primas do pernambuquês (circa século XXI); (se já não conhecem Mario Coivara e a respectiva jóia rara acima em questão). Pra quem já conhece: é jujubagem em dobro! Grande abraço e sereníssimo beijo desse mocozero.
Escrito por Júlio Amaral Melo às 16h10
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