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** Rabo de Arraia Mocó **
 

FIOFÓ DE URSO

 

 

O carnaval entretém as nádegas,

amplidão do vale, esperma ––

ante o azul qual triângulo e zabumba vã

 

De um cu abrindo o pilar

tem enrabado pelos teta e signo

 

melão podre, rodeado de abelhas

na esquina do poste, e o bebum

sonhador se ampara na quilha do aconchego, paredes

 

Poesia que vos quereis números

Ñ me manda nem quem sei

Que se nem qual disso a putaria

 

Fantasme adolecens, fêmino, com os seios durinhos,

sobrevivente pedinte da última queima das bruxas, quem quer que seja na hora me língua teu hímen no teu quem for esse

Qual te mesma eu perdendo o poema ou panteísmo gracejo dos pentelhos, seja augúrio, seja mulher, percevejo, paisagem, pilão de

 

preencher os vãos da folhinha espanhola de hemp, mulher muleta na alma da minha

cereja de alma esquerda, nua e carne, puta confiável

 

 



Escrito por Júlio Amaral às 12h25
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Carnaval a fodidinha

Métrica do vale; bird: “guíiiii!” “guíiiii!” “guíiiii!”

“guíiiii!. . .”  

 

Porque quem se ao que se inglória:

Povoa-o, o gesso, cavoucar, e sair do lado oposto

do mesmo cavouco, eis a minha

angústia feliz

 

, ônibus, crianças e balões no estacionamento

 

E esse efeito singular, de dar drena

à ema que isso

Tinha de ser; (prenhe), mas vede, enxergas, coletor

 

De impostos,

O guindaste-anzol erguendo a garganta da treva    

 

 

 



Escrito por Júlio Amaral às 12h24
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Escrito por Júlio Amaral às 12h23
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Escrito por Júlio Amaral às 11h48
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Escrito por Júlio Amaral às 19h29
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PONTO DO EXU PIMENTA # 96

 

Jangada eclipse lunar da grama iluminada folha

aboio ao contrário vento movie xaxins beltrano

muiraquitã sicrano no algo gol pinto pia favela azul horas árvores roxas    

 

 

 



Escrito por Júlio Amaral às 19h19
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PEDRAS-PLUMAGEM

 

Baronio grácio

(agulha corta entulho)

O que serpenteia

As evas

Semi-trovoada

Cabelos, lábios,

A cesta, – em estamos: greve –

Caralho Jê em êxtases

Ensaduichado a carne crua quimbunda

 

 

 



Escrito por Júlio Amaral às 19h19
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