POBRORUM
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Escrito por Júlio Amaral às 21h41
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SOFIA
Sempre nos ecos chegam às vezes egos ruídos nos às vezes ecos chegam águias estamos o piso longe passeiam as tuas confiantes mãos pequeninas que cabelos a lua estende voam estiletes e facões voam só as artérias restam óleo ontem o por vidro se se espicha
Escrito por Júlio Amaral às 13h42
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