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Nau, ó; as novas ondas te deslizarão ao mar. Que horror; o que você tá fazendo? Você se gruda demais ao porto. Você não vê que o flanco não tem nenhum remo, pelo lépido Áfrico o mastro partido, e que as vergas gemem, e os cascos sem corda dificilmente podem agüentar a mais tempestuosa praia? Você não tem as velas inteiras, nem deuses, que você possa evocar se novamente destroçada pela zica. Embora você seja o tal do pinheiro Pontico, filha da nobreza das selvas, gabes tanto a estirpe quanto o nome inútil, o marinheiro tímido não confia nada às nádegas pintadas. Você, a não ser que seja um mamulengo para os ventos, fica esperta.
O navis, novi fluctus referent te in mare. O quid agis? Occupa fortiter portum. Nonne vides ut latus nundum remigio, et malus sautius celeri Áfrico, et antemnae gemant, ac carinae sine funibus vix possint durare aequor imperiosius? Non sunt tibi lintea integra, non di, quos vocês iterum pressa malo. Quamvis pinus Pontica, filia nobilis silvae, jactes et genus et nomen inutile, timidus navita nil fidit puppibus pictis. Tu, nisi debes ludibrium ventis, cave.
{Das Odes, {Quintus Horatius Flaccus}(Horácio) livro 1 ode 14, [ouvindo Milionário & José Rico no buteco do Elias, nem Aroldo nem Lango estão, esperando a impetuosidade fluvial passá: narcodecifração de Júlio Amaral]}.
Escrito por Júlio Amaral às 18h52
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AGRICOLA
Batatinha quando nasce
Esparrama o teu olhar
Escrito por Júlio Amaral às 20h25
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LALÁ, LALALALALAAALA
LA, LAA, LALALALALÁ:
“ET. Rabo de Arraia Mocó; meu blogue”.
Escrito por Júlio Amaral às 20h24
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