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MISSAL
JOHN LENNON TERIA ABAIXADO DA BALA E FARIA UMA CANÇÃO PRA você se tivesse te conhecido. E os planetas mais brilhantes são opacos ante essas bijuterias. Queijos vencidos voltam ao estado de leite pacas na teta em fazenda espremida quando você encosta no muro do curral. Cleópatra te invejaria. Se tivessem te visto: se quer momento Jonas teria parado dentro da jubarte e o leão de oz teria sido corajoso. Joanas Dark and Darc fariam biquinhos per te se te trombassem. Rockeiros nacionais e importados pagam um pau pra você. Pra onde você olha: vai embora toda disfunção hepática. Onde você respira ninguém sofre de retenção urinária nem de glaucoma de ângulo estreito. E as dores da alma ficam assim, plebeumente contidas. Celtas, visigodos; druidas. Dos maias aos incas, dos caudeus aos medas, roga uma só lenda: teriam já prosternado cultos a você. Padecentes de hemorróidas, renite, faringite e osteoporose te procuram há séculos ou sem te perseguirem ficam bons só de você passar. Você desconcerta todo ocaso e absurdo niilistas. Além de barbitúricos derreterem quando você toca lira, com você: não me sinto só na av. paulista nem experimentando roupas no brás. Ah que dentro das tuas pernas de férias se eu tentasse pintá-la paraíso, assim, sem instrumentos em tão precária arte que não essa? Fico tão bobo quando penso em você; a sensação só acha esconderijo, sei lá, com você cada segundo é melhor que o outro e o que mais quero é o que mais tenho. . . . . .Com você nada precisa ser assim e assado nem a gente pensa estar burlando as normas penais. Fico tão bobo quando penso em você. Será que eu te amo? Se um mudo leva cotonetes na mochila, se Ciro e Dario tinham médicos egípcios, se há um lugar vazio e descoberto na cama, se a gente joga boliche com sapatinhos característicos, se nossos truta se locomove por cipó ou cai da rede, se eu pirei, se meu vizinho se lasca de craque num beco de barro ou imundície, se a pimpolha dele e eu colocamos o cheiro de estrume do meu vizinho no sofá, se eu não durmo pensando em você à noite, se eu descolo um jeito de você me ver achando que eu não te vi, se um novo míssil acaricia bagdá, se o tufão Judy cirandeia vacas e carros no mar báltico, se uma ambulância pifa, se a guaraná 2 litros acaba, se é onomatopéia ou afasia, se a empresa despeja tóxicos no rio ou calça de veludo rasga velha ou obesa num dia de sol na pça da sé, se as serpentes são prudentes e as pombas inofensivas, se os sinos dobram, se a torre de piza é torta, se o papa é gay, se vendem saias no ceilão, se o teu pai promove aqui, em mossoró; treta sangüínea de esporas galináceas, se o peso pesado cai na lona, se levantam o braço do outro peso pesado, se a guria menstrua pela 1ª vez, se o sax é entre abismos, se ganho R$ 362, 69 como papai noel provisório, se o apresentador chora no ar, se um pé tem olho de peixe, se depois de tomá uma na laje babilônia é o mor barato, se o cirurgião corta barriga ou vikings desenharam filhas em pedras: só há uma razão: você. Você. Você.
Escrito por Júlio César do Amaral às 20h11
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Sic itur ad astra ou caidera fresquinha do ano quem vai querer!
Escrito por Júlio César do Amaral às 20h11
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Entre as mãos
Em tua pele petróleo afogo a línguafogo de minha fome de sol até teu busto em combustão engastar-se, Carol, no surto das mãos que a sede do óleo de teus cabelos lodos lacera como o sol e encena o susto que a custo tento conter, Carol, entre minhas mãos.
{Daniel Sampaio}.
(furtei da página do manaço Linaldo Guedes).
Escrito por Júlio César do Amaral às 17h37
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